Se à noite eu decidir beber não me deixes pagar a conta de um amor que já morreu
se um dia não me lembrar faz o favor de me esquecer eu não sirvo mais amor a tua hora passou
se um dia não me lembrar faz o favor de me esquecer eu não sirvo mais amor a tua hora passou
Se um dia eu me perder por outro amor perdido, enfim um dia para sofrer outro para gostar de mim apanha as peças do chão larga-me em cinzas no mar matarei a sede talvez quando Quando pensares em desistir ou desaparecer Levanta a cabeça, acredita, tu consegues vencer Quando o sol se for e a lua começar a brilhar Quantas vezes já me vi perdido, com medo de me deitar
Fechar os olhos e ver que tudo está parado Chorar por aqueles que me têm magoado talvez saber que não mereciam Saber que te afastaste, com medo de arriscar Sentir que já não sentes, ou que me estás a enganar
Não te dei atenção, perdi tempo com coisas em vão preferi divagar sem rumo o céu quer cair-me em cima, eu tenho de te pedir desculpas a vida é um jogo, arrisquei, mas perdi Fecha os olhos, foge dos teus medos
no meu caderno encontras a história da minha vida e no meu passado, encontras histórias que eu escondia
nunca pedi muito, mas nem o pouco me deram no caminho da vida vocês por mim não esperam
o interesse de quem fala e que para mim não volta sou? não , era a tua voz, que há muito tempo ficou presa deixei-a ir embora, porque pensei que ela regressava todos os pensamentos, voltam a ser repensados
Sou a noite do tempo dos candeeiros acesos, as sombras nas paredes que te faziam medo, a alma que é minha essa guardo para sempre as paredes não tem ouvidos não falam por toda a gente.
Este é o nosso copo sempre bebemos por aqui, matar a sede de momentos perdidos por aí mas já não dá porque o copo esta vazio sem toda aquela água que formou o nosso rio.
a guitarra esta no mesmo sitio as cordas soltas de uma vida onde fico, nem a escala musical, nem a escala do amor destruiu a doença crónica que me mata sem dor as fotos são as mesmas onde tu estás,
O tempo agora é certo sem colisões há menos tempo para viver. oespelho parece maior ou eu pareço mais pequeno,as rosas cor de sangue estão agora mais distantes
Vermelho era o passado, preto é o futuro numa vida cor de mel que não foi doce nem um instante.
O vinho era intenso aquele que suavemente sentias o paladar agora amargamente sentes a intensa solidão,intensas são as cinzas que restaram de tudo.Cada segundo passado contigo não ardeu com o mesmo brilho.este mesmo chão já me fez voltar atrás, era preciso incendiar o mundo para te ter de novo na mão.
este é o longo caminho que eu vou percorrer sem rumo terá fim? talvez espero saber é sinal que nunca pensei e regressar ao passado este nao foi o quadro que eu colori mas foi a obra resultante um presente serm rumo...
Fechar os olhos e ver que tudo está parado Chorar por aqueles que me têm magoado talvez saber que não mereciam Saber que te afastaste, com medo de arriscar Sentir que já não sentes, ou que me estás a enganar
Não te dei atenção, perdi tempo com coisas em vão preferi divagar sem rumo o céu quer cair-me em cima, eu tenho de te pedir desculpas a vida é um jogo, arrisquei, mas perdi Fecha os olhos, foge dos teus medos
no meu caderno encontras a história da minha vida e no meu passado, encontras histórias que eu escondia
nunca pedi muito, mas nem o pouco me deram no caminho da vida vocês por mim não esperam
o interesse de quem fala e que para mim não volta sou? não , era a tua voz, que há muito tempo ficou presa deixei-a ir embora, porque pensei que ela regressava todos os pensamentos, voltam a ser repensados
Sou a noite do tempo dos candeeiros acesos, as sombras nas paredes que te faziam medo, a alma que é minha essa guardo para sempre as paredes não tem ouvidos não falam por toda a gente.
Este é o nosso copo sempre bebemos por aqui, matar a sede de momentos perdidos por aí mas já não dá porque o copo esta vazio sem toda aquela água que formou o nosso rio.
a guitarra esta no mesmo sitio as cordas soltas de uma vida onde fico, nem a escala musical, nem a escala do amor destruiu a doença crónica que me mata sem dor as fotos são as mesmas onde tu estás,
O tempo agora é certo sem colisões há menos tempo para viver. oespelho parece maior ou eu pareço mais pequeno,as rosas cor de sangue estão agora mais distantes
Vermelho era o passado, preto é o futuro numa vida cor de mel que não foi doce nem um instante.
O vinho era intenso aquele que suavemente sentias o paladar agora amargamente sentes a intensa solidão,intensas são as cinzas que restaram de tudo.Cada segundo passado contigo não ardeu com o mesmo brilho.este mesmo chão já me fez voltar atrás, era preciso incendiar o mundo para te ter de novo na mão.
este é o longo caminho que eu vou percorrer sem rumo terá fim? talvez espero saber é sinal que nunca pensei e regressar ao passado este nao foi o quadro que eu colori mas foi a obra resultante um presente serm rumo...




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